OS’s: Comte reforça importância de identificar responsáveis pela má gestão do material

Nos últimos dois anos, 700 toneladas de remédios e materiais médicos foram incinerados no Rio de Janeiro. Não é aceitável qualquer desperdício, seja por negligência do setor público ou do privado. Por isso, solicitei à Secretaria de Saúde o funcionograma do órgão para verificar quais servidores receberam informações sobre as datas de validade desses produtos comprados pelo Estado. Durante a audiência pública da Comissão Especial, que analisa a parceria do Executivo com as Organizações Sociais e terceirizadas, reforcei a importância de identificar e punir os responsáveis pela má gestão do material.
No início da semana, representantes do consórcio LogRio, contratado para gerir o depósito onde estão armazenados medicamentos e insumos, esclareceu que informava o Executivo sobre o vencimento dos remédios. Hoje, o Colegiado debateu a administração da Central Geral de Abastecimento (CGA).

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