Em 29 de outubro, 2009, por Hyury

Secretários pedem continuidade de políticas públicas na educação

Para Comte, decisão é um marco histórico (Foto: Alerj)

Para Comte, decisão é um marco histórico (Foto: Alerj)

Monitor Mercantil Digital

 

O presidente da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Comte Bittencourt (PPS), informou que pretende realizar mais quatro audiências sobre o Plano Estadual de Educação, enviado à Casa pelo Poder Executivo no mês de agosto. O parlamentar quer ouvir diversos representantes da Educação do estado, para que todos juntos possam contribuir com o enriquecimento do debate no Parlamento.

– O plano estadual é uma das iniciativas mais importantes dentro desse grande esforço de se garantir no estado do Rio uma educação com qualidade e comprometimento. Esse plano vai dar a segurança da continuidade de projetos e de programas educacionais e acabar com um problema crônico, que é a interrupção de ações que causam um dano tremendo ao resultado da educação. É a primeira vez que o estado vai ter um plano de educação. É, portanto, um marco histórico – afirmou, durante a primeira audiência sobre o tema.

De acordo com o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e secretário Municipal de Educação de São José do Vale do Rio Preto, na Região Serrana, José Adilson Gonçalves Priori, o plano apresentado pelo Governo atende às questões esperadas pelos municípios.

– A articulação entre os entes federados é importantíssima para estabelecermos políticas públicas que garantam o desenvolvimento do cidadão que está no município. E o estado e o governo federal podem contribuir muito com isso, fortalecendo os municípios. Outra questão fundamental contida no plano é o transporte escolar. Precisamos garantir o acesso e a permanência do aluno na escola, e é muito importante ter esse programa garantido, assegurado em lei – avaliou Priori.

A secretária Municipal de Educação de Mesquita, na Baixada Fluminense, Fátima de Souza Silva, defendeu a existência de um sistema nacional articulado.

– É necessário que os poderes trabalhem articulados para a educação. O município está de acordo com o conteúdo do documento enviado pelo Poder Executivo, mas reitera a necessidade de se garantir uma política pública unificada – frisou Silva.

Hoje, a Comissão de Educação da Alerj volta a discutir o Plano Estadual de Educação com a participação de representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), do Conselho Estadual de Educação do Estado do Rio de Janeiro (CEE) e da Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae).

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